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  • Vou indo aqui, Kenny. Bom descanso e ótimos sonhos pra você.

  • kissos

    kissos

    Já viu skins, green?

    Nunca assisti. Sou leio o povo comentando desde sempre. Mas como tem anos de lançada, perdi o interesse.

    que isso bicha, as séries juvenis atuais com skam, sex education e muitas outras só existem graças ao sucesso e qualidade de skins, skins é um clássico juvenil, tem na netflix, corre pra ver poc

    Só mês que vem. Tô com muita série pra ver acumulada, não vi ainda nem aquela de terror que estreou na HBO.

  • Já viu skins, green?

    Nunca assisti. Sou leio o povo comentando desde sempre. Mas como tem anos de lançada, perdi o interesse.

  • kissos

    kissos

    Três séries de bruxas produzida para teens, lançadas ao longo de 13 dias.

    Podia ser uma série de romance lésbico-gay ou aventura de caça ao tesouro. Mas a poha de janeira é das bruxinhas, isso era pra ser no mês de Halloween

    Netflix é militante de telão, só põe gay como suporting

    Mas não chega a ser culpa deles. Li uns comentários de uns insiders uma vez ano passado, que muitos roteiristas se sentem desconfortáveis escrevendo personagens gays e inserindo eles em tramas que foram escritas para serem de um elenco só de heteros. Muitos diretores e roteiristas tem mente aberta, mas não quer dizer que são gays-lésbicas-trans friendly, e os mesmos não escrevem personagens lgbtq+ no elenco principal, geralmente, de última hora, criam um personagem aleatório que será um subcoadjuvante.

    A Netflix é a primeira empresa de séries pioneira no ramo de inclusão lgbtq+, a NBC-Peacock tá querendo apostar em séries para o público conservador, CBS está dando os primeiros passos com os gays de Star Trek Discovery e a lésbica esposa do Jon Snow na série de advogados. Disney, precisa nem comentar. Hulu agora é Disney pra adultos, logo, sem ousadia nos próximos anos. Então, só sobrou mesmo, Netflix e Amazon, e talvez HBOMax, visto que na HBO tramas pra lgbtq+ não é problema, assim como nos canais britânicos em geral.

    kissos

    kissos

    Três séries de bruxas produzida para teens, lançadas ao longo de 13 dias.

    Podia ser uma série de romance lésbico-gay ou aventura de caça ao tesouro. Mas a poha de janeira é das bruxinhas, isso era pra ser no mês de Halloween

    Netflix é militante de telão, só põe gay como suporting

    Mas não chega a ser culpa deles. Li uns comentários de uns insiders uma vez ano passado, que muitos roteiristas se sentem desconfortáveis escrevendo personagens gays e inserindo eles em tramas que foram escritas para serem de um elenco só de heteros. Muitos diretores e roteiristas tem mente aberta, mas não quer dizer que são gays-lésbicas-trans friendly, e os mesmos não escrevem personagens lgbtq+ no elenco principal, geralmente, de última hora, criam um personagem aleatório que será um subcoadjuvante.

    A Netflix é a primeira empresa de séries pioneira no ramo de inclusão lgbtq+, a NBC-Peacock tá querendo apostar em séries para o público conservador, CBS está dando os primeiros passos com os gays de Star Trek Discovery e a lésbica esposa do Jon Snow na série de advogados. Disney, precisa nem comentar. Hulu agora é Disney pra adultos, logo, sem ousadia nos próximos anos. Então, só sobrou mesmo, Netflix e Amazon, e talvez HBOMax, visto que na HBO tramas pra lgbtq+ não é problema, assim como nos canais britânicos em geral.

    Morro com seu argumento de não é culpa deles o protecionismo descarado kkkkkkkk

    kkkkk… Mas só estou falando a verdade. A Netflix é a primeira empresa americana além da HBO, que abriu espaço para personagens lgbt+ terem tramas aceitáveis. Porém, como concordamos, os britânicos merecem a coroa por serem realmente gay friendly sem fazer isso por causa de pink money.

     Por outro lado, os britânicos são racistas.

  • Kissos respondeu o tópico OFF: Baixaria +18 no fórum Logo do grupo PANBIG-PAN 1 dia atrás

     
     
     
     

     Que absurdo…

  • Os britânicos raramente fazem o personagem gay como avulso e descartável, eles sempre tem trama, e os personagens são cheios de vida ou drama de amor, e não piadistas.

  • Canais britânicos sempre esmurraram na temática lgbtq+, skins desde 2004 trazendo nossa comunidade com protagonismo e bem trabalhado

    Concordo. Lembro que toda série britânica que eu baixava pra ver que a trama acontecia entre os anos 2000-2019, tinha ao menos um gay ou lésbica, sem falar quando a série era com drama adulto, sempre tinha cena dos personagens gays se beijando como se o mundo fosse se acabar ou transando mesmo. Canais norte-americanos pisados pelo falso progressismo televisivo.

  • Na CW que é canal de séries para adolescentes, só foi ter personagens gays tendo trama própria a partir da segunda metade de 2018, por causa do alvoroço que as séries da Netflix estavam tendo na internet por causa de beijos gays. Até então, todos os gays da CW, eram basicamente, só de autoproclamação, porque não tinha beijos, só olhares ou aperto de mão. Os gays de TVD todos morriam, beijo entre homens era coisa de alien numa série de vampiros.

  • kissos

    kissos

    Três séries de bruxas produzida para teens, lançadas ao longo de 13 dias.

    Podia ser uma série de romance lésbico-gay ou aventura de caça ao tesouro. Mas a poha de janeira é das bruxinhas, isso era pra ser no mês de Halloween

    Netflix é militante de telão, só põe gay como suporting

    Mas não chega a ser culpa deles. Li uns comentários de uns insiders uma vez ano passado, que muitos roteiristas se sentem desconfortáveis escrevendo personagens gays e inserindo eles em tramas que foram escritas para serem de um elenco só de heteros. Muitos diretores e roteiristas tem mente aberta, mas não quer dizer que são gays-lésbicas-trans friendly, e os mesmos não escrevem personagens lgbtq+ no elenco principal, geralmente, de última hora, criam um personagem aleatório que será um subcoadjuvante.


    A Netflix é a primeira empresa de séries pioneira no ramo de inclusão lgbtq+, a NBC-Peacock tá querendo apostar em séries para o público conservador, CBS está dando os primeiros passos com os gays de Star Trek Discovery e a lésbica esposa do Jon Snow na série de advogados. Disney, precisa nem comentar. Hulu agora é Disney pra adultos, logo, sem ousadia nos próximos anos. Então, só sobrou mesmo, Netflix e Amazon, e talvez HBOMax, visto que na HBO tramas pra lgbtq+ não é problema, assim como nos canais britânicos em geral.

  • ESSA PORRA N TA ATUALIZANDO OS POSTS

    Só se der F5.

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