[Tira e Bota] Lykke Li – So Sad So Sexy

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    FA Wolf

    E chegamos ao delícioso e incompreendido So Sad So Sexy

    pois triste e cheios de medo ainda estamos, mas a gente vai rebolar a raba sim

     

    Aquela delicinho sonora pra quem que rmexer o cu e chorar ao mesmo tempo

     

     

    “Lykke Li sempre lidou com os próprios sentimentos de forma bastante sensível. Seja no pop intimista de Youth Novels (2008) ou na profunda dramaticidade explicita nas canções de Faça login ou cadastre-se para visualizar este conteúdo.(2011) e Faça login ou cadastre-se para visualizar este conteúdo. (2014), cada novo trabalho assinado pela cantora e compositora sueca parecia transportar o ouvinte para dentro de um território essencialmente particular, sempre doloroso e honesto, como uma fuga declarada do romantismo clichê, pequenos excessos e toda plasticidade evidente no pop comercial.

    Talvez, por isso, mergulhar nas canções de So Sad So Sexy (2018, RCA), quarto e mais recente álbum de inéditas da cantora, se revele como uma experiência tão desconfortável quanto curiosa. Longe do som minucioso que vinha explorando desde o início da carreira, Li decidiu se entregar ao pop em sua forma mais acessível, provando de elementos do R&B, trap e hip-hop de maneira explícita. Da construção dos arranjos ao uso descomplicado das rimas e versos cíclicos, poucas vezes antes a artista sueca pareceu tão íntima do grande público quando no presente álbum.

    Seja na lenta composição das batidas, emFaça login ou cadastre-se para visualizar este conteúdo., música em que flerta com a boa fase de Beyoncé no homônimo álbum de 2013, passando pelos pianos marcados e beats de Faça login ou cadastre-se para visualizar este conteúdo., pareceria com Aminé que poderia facilmente ser encontrada em alguma mixtape de Drake, cada fragmento do disco parece distanciar a cantora dos antigos projetos. Uma propositada quebra de expectativa, visto que Li passou os últimos meses revisitando diferentes clássicos, como Faça login ou cadastre-se para visualizar este conteúdo. e Faça login ou cadastre-se para visualizar este conteúdo., além, claro, do Faça login ou cadastre-se para visualizar este conteúdo., projeto paralelo em que parecia dialogar com a obra do Fleetwood Mac.

    Obviamente minhas influências mudaram e, depois de dez anos, espero ser uma cantora e compositora melhor, mas a abordagem sempre foi a mesma, capturando meus sentimentos da maneira mais honesta possível. Mentalmente, eu ainda sou a mesma perdedora“, disse Faça login ou cadastre-se para visualizar este conteúdo.. De fato, mesmo incorporando uma nova sonoridade, seria um erro afirmar que a identidade da artista sueca foi corrompida. Basta voltar os ouvidos para o canto amargo que escorre por entre os versos de Better Alone ou na poesia intimista de Faça login ou cadastre-se para visualizar este conteúdo., música composta em homenagem à mãe e ao filho recém-nascido. Indicativos do cuidado e profunda entrega da cantora.

    Entretanto, o vívido esmero na composição dos versos está longe de garantir ao ouvinte uma obra verdadeiramente interessante. Despida de velhos conceitos, Li e os produtores do disco tropeçam a todo instante em pequenos clichês, repetições e faixas que pouco se distanciam umas das outras. Falta identidade. São poucos os momentos do disco, como na inaugural Faça login ou cadastre-se para visualizar este conteúdo., colaboração com Rostam Batmanglij (Carly Rae Jepsen, HAIM), em que a cantora vai além da mera reciclagem de ideias.

    Mesmo pensado como um exercício de estilo, So Sad So Sexy está longe de parecer uma decepção. Pelo contrário, boas composições ecoam a todo instante, vide a preciosa faixa-título e grande parte do material entregue à porção final do disco. Trata-se apenas de uma obra menor, ainda mais quando voltamos os ouvidos para outros trabalhos recentes que partilham da mesma identidade musical. Um claro emular de sensações e experiências, como se Lykke Li fosse capaz apenas raspar a superfície dos antigos projetos.”

    [matéria tirada do Faça login ou cadastre-se para visualizar este conteúdo. ]

     

     

     

     

     

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    Laura Fernandes

    Definitivamente não é meu estilo e não gostei do instrumental, bem de música atual, genérica

    Era essa a cantora alternativa?


    BOTO: só duas são aceitáveis, So Sad So Sexy (pelo aaaaaaaaah da Lana em Dark Paradise) e Last Piece, que escolho porque tem algo na melodia que é bem gracioso, é agradável de ouvir e não foi estragada pelo instrumental


    TIRO: dentre as várias opções, as piores são Jaguars In The Air e Sex Money Feelings Die, que escolho por ser a mais genérica das genéricas e que podia ser cantada por qualquer cantorazinha atual, além da sequência das 4 palavras repetidas me irritar bastante


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    Lady Loca

    Um álbum bem diferente de tudo que Lykke fez na trilogia do amor fodido, apostou no que está em alta no momento, porém sempre deixando sua marca registrada nas letras e vocais como a maravilhosa last piece e so sad so sexy. Traz coisas complicadas e confusas como jaguars in the airhard rain como o próprio nome ja diz, um temporalzão digno de Iansã. Aposta em deep end e sex money feelings die como as perpetuadoras do álbum no mundo mainstream, podem até soarem genéricas, mas é o que está em alta hoje em dia e Lykke sabe agradar a todos os publicos, desde os lauras até os kretes; sendo que deep end é bem a cara de i follow rivers remix, claro que sem a grandiosidade do msm. Conseguiu até um feat. com um rapper ser algo suave e sublime em two nights, ao contrario de umas ditas alternativas que usam deste artificio pra conseguir posições no itunes e hot100; two nights é totalmente fora do mainstream. O clipe de utopia é belíssimo e transparece toda a emoção que a Lykke viveu ao se tornar mãe, uma dita “utopia” pela mesma que conseguiu realizar com o jerome.

    Não fica sendo meu álbum preferido da Lykke, mas tbm não é ruim, a principal intenção dela foi trazer algo diferente do usual dela e atual, no qual desempenha muito bem. Mainstream com toque de Lykke Li, surpreendeu. 

    BOTO: better alone, com certeza, pela melancolia da verdadeira Likke Li moldada em um som mais atual, conseguiu reviver a trilogia de amor e sofrimento de uma forma brilhante, hino em todas as formas, vocais perfeitos, letra incisiva e instrumental suave e preciso. PERFEITA!

    TIRO: bad woman, uma bomba de hiroshima, certamente a musica mais chata da cantora, enjoativa e parece que não sai do lugar nunca, entra num loop umbralino, deve ter sido inspirado na lana motoquinha, que coisa horrivel, pelo amor dos deuses, horrível horrivel! queima g-zuis!

    e é isso, bjs na bunda. 

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    Lady Loca

    pisei na laura 

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    FA Wolf

    Mais uma vez Lykke choca o mundo com um hinário praticamente perfeito sem defeitos

    Lana sonha


    BOTO: Deep End, claro! Essa delícia que me faz chorar e sacudir o cuzão de 72kg ao mesmo tempo.


    TIRO: Bad Woman, chatinha, apenax


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    Laura Fernandes

    “Lana sonha” 


    Continue tentando, admiro sua dedicação 


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    FA Wolf
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    "Lana sonha"

    Continue tentando, admiro sua dedicação


    chora mais 

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    Laura Fernandes
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    “Lana sonha”

    Continue tentando, admiro sua dedicação


    chora mais

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    Laura Fernandes

    Calma que no próximo disco ela tenta um reggaeton e o sucesso vem


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    FA Wolf
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    Calma que no próximo disco ela tenta um reggaeton e o sucesso vem

     
     
     
     

    o sucesso já existe desde o segundo álbum, felizmente

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    Laura Fernandes
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    Calma que no próximo disco ela tenta um reggaeton e o sucesso vem

     
     
     
     

    o sucesso já existe desde o segundo álbum, felizmente

    Realidade: one hit wonder


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    Naza Del Rey

    Senti meio que uma forçação pop nesse álbum, prefiro as musiquinhas esquizos do Youth Novels.


    BOTOSo Sad So Sexy achei o instrumental bem lírico e é uma música que me tocou de uma forma positiva, apesar de triste, me deixou uma boa impressão. Better Alone É A QUE EU ESCOLHO PRA BOTAR, pois me deixou numa vibe cool, tem um instrumental diferente bem de baladinha indie


    TIRO: Bad Woman, chata, choca, capenga, irritante parece uma que me quedes o cu 

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    Naza Del Rey

    Sofro com meu bug 

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    Laura Fernandes
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    Sofro com meu bug

    Desbuguei


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