[Tira e Bota] Lykke Li – I Never Learn

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    FA Wolf

    Jerome se foi e deixou só a tristeza, a vontade de morrer, e a certeza de que nem sempre aprendemos com nossos erros.

     

    Lykke Li - I Never Learn. Check it out for TEH FEEEELZ. I cringed typing that, but seriously it's a great album.

     

    A tristeza é uma benção“, disse Lykke Li em uma das faixas mais dolorosas e honestas de Wounded Rhymes, segundo trabalho em estúdio da cantora sueca e registro apresentado há três anos. Se observarmos o teor amargo que define a estética de I Never Learn (2014, LL), mais recente lançamento da artista, pouco parece ter se transformado dentro do universo particular de Li. Pelo contrário, em um sentido de explícita continuação ao trabalho alavancado em Youth Novels, de 2008, o novo disco revela a completa entrega de sua autora, cada vez mais interessada na fórmula dolorosa das canções de separação e mergulhada da cabeça aos pés em um ambiente essencialmente melancólico.

    Continuando exatamente de onde parou há poucos anos, o novo álbum – registro que fecha a trilogia iniciada em 2008 – conforta a cantora (e o público) dentro de um cenário em que a tristeza é a única resposta. Da autointitulada canção de abertura, ao isolamento que preenche os versos e arranjos de Sleeping Alone, no encerramento do disco, todos os aspectos do terceiro álbum solo da cantora emanam abandono, recolhimento e a mais profunda tristeza. Aspectos redundantes nas mãos de outros artistas, mas ainda inéditos dentro da saga macambúzia de Li.

    Mais uma vez acompanhada por Björn Yttling (do grupo sueco Peter Björn and John), a cantora se transforma na matéria-prima volátil de todo o trabalho. Brincando com um catálogo de experiências líricas recentes – naturalmente sustentadas por temas típicos de um pós-relacionamento -, Li atravessa a falta de esperança para encontrar conforto, afinal, como já havia anunciado nos versos sóbrios de I Follow Rivers, uma das grandes faixas do disco passado, a aceitação se revela como como a única opção para o indivíduo de coração partido. Entretanto, mesmo aceitando o próprio sofrimento, Lykke Li mais uma vez se aproxima do drama, fazendo com que o ouvinte navegue por um mar de lágrimas tão atraente, quanto doloroso.

     

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    Ponto final dentro da trilogia melancólica lançada há cinco anos, I Never Learn é ao mesmo tempo um trabalho que ecoa como um suspiro aliviado e uma obra marcada por contornos épicos. Registro mais acessível da cantora até o presente momento, o disco se manifesta como um agregado inteligente de hits. De No Rest For The Wicked, passando por Just Like A Dream, Gunshot e Never Gonna Love Again, cada etapa do álbum assume a comunicação com o grande público, reflexo natural da presença de Greg Kurstin, produtor que já trabalhou com Ellie Goulding, Kelly Clarkson e P!nk, e que ocupa uma posição de comando em diversos elementos do trabalho.

    Como uma viúva, ou talvez revelando a personagem escondida na capa cinza de Wounded Rhymes, Li estampa a imagem de I Never Learn com evidente maturidade. Longe do pop doce e por vezes tolo que adornava faixas como Dance Dance Dance, do registro de estreia, a cantora revela imponência e sobriedade, costurando um álbum que se faz denso em todos os aspectos. Não existe mais espaço para gracejos, suspiros típicos de pós-adolescentes ou mínimo descompromisso pop. Dos versos de Gunshot ("Anseio por seu veneno/ Como um câncer para a sua presa") aos arranjos mórbidos de Never Gonna Love Again, cada passo dado pelo disco trilha um caminho de sombras e dor honesta.

    Curiosamente a maturidade que impera no decorrer da obra está longe de isolar musicalmente o trabalho da cantora. Como já havia identificado no decorrer do álbum anterior, I Never Learn abraça de vez o pop tradicional, porém, encontrando argumentos para ecoar novidade. Mesmo em meio a arranjos orquestrais, como os de Just Like A Dream, é difícil não ser hipnotizado pela leveza essencialmente comercial que ocupa a obra. O que é No Rest For The Wicked se não uma adaptação inteligente dos conceitos lançados por Adele, Beyoncé e qualquer outro nome de peso da música pop? Créditos de Yttling, Kurstin ou da própria cantora, isso é irrelevante, mas o pop dentro do registro está longe de funcionar como uma fórmula pronta: é apenas uma ponte para um universo de possibilidades.


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    As folgadas nem fizeram esse tira e bota ainda


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    Laura Fernandes

    Um disco que é uma música de 33 minutos dessa mulher choramingando, coragem


    BOTO: I Never Learn foi a única aturável, pela melodia e letra


    TIRO: fechei os olhos, apontei entre todas as outras músicas e deu Silver Line


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    Lady Loca

    Uma mescla do que disse sobre Youth Novels (sons experimentais) e o Wounded Rhymes (letras fortes e vocais amadurecidos), assim se forma o I Never Learn. Claro que é mais focado nas letras pesadas, porém não deixa tanto as melodias em segundo plano como o WR. Álbum cheio de turbulências emocionais de uma obsessiva compulsiva. É o álbum mais comerciável dela até agora, não sei se essa foi a intenção da mesma, mas dá pra perceber que ele segue um padrão adotados nos álbuns pop em questão de estrutura.

    Uma pausa pra falar dos clipes, que são de longe os melhores da cantora, muito bem elaborados e produzidos com alta produção, transparecem tudo que é dito através das melodias, um show a parte.

    Com toda certeza pra mim, o melhor álbum da cantora junto ao WR kkkk, não tem uma música que não cante de cabeça ou desgoste, por isso vai ser o mais difícil tira e bota. Definição de coesão!

    BOTO: Duvida cruel, I Never Learn, No Rest For The Wicked, Love Me Like I'm Not Made Of Stone (titulo do carai kkk) e Never Gonna Love Again obras primas do álbum, as melhores de longe, canto todas com os pulmões cheios e os olhos lacrimejados. Cheias de força destrutiva e e ao mesmo tempo uma paixão avassaladora. LMLINMOS com certeza a melhor letra do álbum e a mais simples, NRFTW hino mainstream e INL e NGLA as mais perfeitas entre as 4 e não sei qual das duas escolher, bjs, logo que fique claro que escolherei as duas, I Never Learn e Never Gonna Love Again, com uma certa inclinação para Never Gonna Love Again, só pq acho que I Never Learn poderia durar para sempre e não dura.

    TIRO: Silver Line, tiro por ter que tirar, mas a musica é tão essencial para o álbum como as demais, pode ser que seja um pouco enjoativa pelo timbre usado e repetitiva.

    OBRIGADO JEROME 

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    Laura Fernandes

    Escolheu duas, é ban


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    Lady Loca

    produzidos com alta produção 

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    Escolheu duas, é ban


    me bate 

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    Laura Fernandes
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    lauraf

    lauraf

    Escolheu duas, é ban


    me bate

    Vira o cuzão


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    Laura Fernandes
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    produzidos com alta produção

    Hahahahahahaha

    Tá feliz, Lykke?


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    Lady Loca
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    produzidos com alta produção

    Hahahahahahaha

    Tá feliz, Lykke?


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    FA Wolf

    BOTO: Tenho 4 músicas preferidissimas nesse álbum. I Never Learn é a mais preferida de todas, devido o modo como ela, e principalmente seu clipe, que não só abre o álbum, mas abriu a era, mexe comigo. Love Me Like I'm Not Made of Stone é um soco de emoção no estômago e me faz repensar sobre muitos relacioanmentos que tive e em como a maioria foi com machos tóxicos em um nível ou outro. Já Never Gonna Love Again, inicialmente eu não dava muito atenção, mas depois do clipe eu fiquei apaixonado. De todo modo, a versão do clipe é muuuuuito melhor que a oficial, e por não estar no álbum não entra no bota. Sendo assim, escolho No Rest For the Wicked, maravilhosa. É a minha segunda preferida, mas ainda assim a melhor do álbum.


    TIRO: Só tem duas que menos gosto no álbum, Silver LineSleeping Alone, mas acho a primeira mais enjoativa. Talvez pelo modo como a Lykke canta.


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    produzidos com alta produção

    Hahahahahahaha

    Tá feliz, Lykke?


    Lykke Li, princesa maternal que faz músicas sobre amor, desejo e sofrimento unviersais. Um exemplo pras que apenas querem dizer o quanto sofrem e querem estar mortas por serem brancas, barbies e fumantes

     ORGULHO DE SER FÃ

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