[Tira e Bota] Lana Del Rey – Born To Die (2012)

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    Laura Fernandes

    Hoje é dia de querer estar morta, bebê

     

    Vamos mergulhar no mais icônico álbum da deusa depressiva e curtir sua fase adolescente riquinha e porra louca na decadente Hollywood anos 60, entre diamantes e bebidas, botox, lolitas e daddys charmosos

     

    O mundo agradece pelos violinos e toques de guitarra memoráveis, Lana

     

     

    Lembrando: 

     

    Escolha UMA música que você bota como sua preferida

    Escolha UMA música que você tira

     

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    Laura Fernandes

    Tá feliz, Nabokov?


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    Laura Fernandes

    Só uma palavra a dizer: ÚNICO


    Sua fave nunca terá um debut assim


    BOTO: Born To Die, a música que me conquistou quando eu odiava a Lana e achava que era uma farsa… uma das músicas da minha vida, que me lembra de períodos dolorosos e sombrios por mim e por quem amava, com seus icônicos why? e who, me? e sua letra pesarosa e realista sobre o amor às vezes não ser o suficiente pra salvar quem você ama - e me esfaqueia sempre que ouço


    TIRO: Lucky Ones, apesar da melodia linda, pela voz horrível de criança que ela ainda fazia nesse disco (especialmente no refrão dessa música)


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    Edoo Spellman

    Album memoravel que influenciou a geraçao

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    Laura Fernandes

    Album memoravel que influenciou a geraçao

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    FA Wolf

    DEUSES


    Boto: Satanás Sadness, por motivos de ser boa, assim como BTD


    Tiro: Todo o resto, mas se é pra escolher, escolho a pior de todas Video Game Imagem relacionada

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    Laura Fernandes

    DEUSES

    Boto: Satanás Sadness, por motivos de ser boa, assim como BTD

    Tiro: Todo o resto, mas se é pra escolher, escolho a pior de todas Video Game Imagem relacionada

    JUSTIFIQUE

    VOCÊ DISSE QUE IA OUVIR COM CARINHO


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    Laura Fernandes

    O que salvou Video Games de ser tirada foi a Lana cantar com a voz decente, mas nem ouço… não consigo gostar até hoje


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    Edoo Spellman

    ALBUM ATEMPORAL 


    Boto: Carmen, hino sem defeitos, mas poderia ser lolita, video games, blue jeans, dark paradise, born to die, sao muitos hinos juntos 


    Tiro: without you 

    Unica que eu n gosto tanto entao é essa

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    Laura Fernandes

    ALBUM ATEMPORAL

    Boto: Carmen, hino sem defeitos, mas poderia ser lolita, video games, blue jeans, dark paradise, born to die, sao muitos hinos juntos

    Tiro: without you

    Unica que eu n gosto tanto entao é essa

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    Barranquillero

    Não sei por onde começar. Esse álbum é uma verdadeira obra-prima. Nem vou me deter e arriscar em ficar fazendo comparação com artista x ou y, pois este disco é único. A vibe e o conceito dele são diferentes e cada música está conectada de forma coesa nos fazendo viajar e transcender para uma época e situações que eu nunca vivi (quem sabe em uma vida passada?). Fico pensando nas mulheres e homens americanos, em especial os californianos das décadas de 50 e 60, escutando este álbum e relembrando as diversas situações e peripécias por qual passaram, fico imaginando o quanto deve ser incrível eles poderem apreciar isso nos dias de hoje. Antes que me critiquem por idealizar o American Way of Life, sei que o mundo não é um conto de fadas da Disney e apesar de tanta safadeza  do capitalismo Tio Sam, que atire a primeira pedra quem nunca quis ser um riquinho americano caminhando glamouroso em Hollywood, acordando bêbado na porta de cassinos em Las Vegas ou até mesmo dirigindo um daqueles carrões estilosos da época com o amor da sua vida para viver uma tristeza de verão na costa californiana.

                    Born to Die é tão bom porque ele cria uma fantasia e me transporta para esses lugares e situações. Sinto-me tão conectado que sou capaz de me apegar a esses sentimentos que as canções passam numa espécie de nostalgia de coisas que nunca vivi. Isso é um pouco assustador, pois músicas como Born to Die e Summertime Sadness realmente me mergulham nesse desejo obscuro de querer vivenciar aquilo, eu consigo sentir o drama, a paixão, tristeza, o vazio e a dor transbordar e isso é muito louco. Minha única crítica a esse álbum é a romantização do suicídio. Nunca quis tirar minha vida e tenho que concordar que o suicídio é algo que deve se ter cuidado em abordar, principalmente com jovens confusos, solitários ou que sofrem de problemas amorosos. Nesse álbum tudo é muito mágico, bem construído e muito forte. A conclusão que eu chego é que Born to Die é uma obra de arte que deve ser apreciada com cuidado, pois ao mesmo tempo que ele pode te transcender a boas sensações, ele pode despertar sentimentos intensos demais dos quais podemos não ter o controle.  

     Os instrumentais e letras são todos bem trabalhados e encaixados. Tudo funciona muito bem e é incrível. Conheço pouco da Lana, não sou fã e não acompanhei a carreira dela, mas me apaixonei à primeira vista e continuo me apaixonando toda vez que voltou a escutar o trabalho dela.

    Vamos lá: Off  The Races é gostosinha e tem um pulsar jovial de menininha. Blue Jeans é uma das clássicas declarações de amor, impossível não se pegar cantando "I will love you 'til the end of time". Video Games tem aquela coisa antiquada e nostálgica, gosto muito, mas acho meio paradinha, o que não tira o mérito de ser muito bonita. Diet Mountain View tem um certo agito de festa de verão, entretanto acho um pouco bobinha. O refrão de Radio tem aquela vibe maravilhosa, leve e o mesmo tempo intensa. Carmem tem toda uma história por trás, sendo mais uma experiência única. This Is What Makes Us Girls é outro hino de anos dourados, de revisitar a juventude. A voz da Lana em Million Dollar Man está potente e penetrante.  National Anthem é linda, principalmente a letra, porém pouco me cativa. Without You gostei também que apesar de ter tem aquela história de mulheres brancas americanas ricas, a batida é mais moderna, diferente das outras faixas, mas casou bem e não ficou deslocada no álbum. A voz dela me incomodou um pouco em alguns momentos de Lucky Ones, mas a letra salva.


    BOTO: Entre as minhas prediletas estão Born To Die e Dark Paradise. A primeira tem aquela magia do amor insensato e da primeira paixão ardente, de que única coisa que importa é o amado e que todos fomos feitos para morrer, que é preciso viver e amar ao máximo antes que tudo se acabe. Quando a ouvi pela primeira vez juntamente com o clipe eu estava em um momento bem difícil e me desvai em lágrimas pois pude sentir tudo aquilo que a música queria transmitir. A segunda é outro hino depressivo acompanhada de um instrumental lindíssimo e o refrão único "Every time I close my eyes it's like a dark paradise. No one compares to you, I'm scared that you won't be waiting on the other side" denota a incerteza e do medo da vida após a morte, será que encontrei o grande amor me esperando lá?.  No entanto, finalmente, a música que escolho com grande honra para botar é Summertime Sadness. Não sei ao certo quantas vezes escutei essa música, e sempre é a mesma sensação: um vazio que vai se abrindo como uma ferida que sempre esteve ali. Realmente transcendo com ela. O instrumental, a letra e o clipe me levam a visitar uma realidade que nunca vivi, mas sou capaz de sentir. Consigo sentir a pureza daquele amor proibido e poderoso. Sinto também a tristeza e o desespero de perder o verdadeiro amor e de não suportar a solidão pois "I think I'll miss you forever like the stars miss the sun in the morning skies". Além disso, tem toda uma vibe bucólica e praiana o que deixa tudo mais lindo e emocionante. Enfim, amo demais essa música e eu não poderia deixar de colocá-la. Não acredito que posso haver uma paixão recíproca tal qual essa música demonstra, mas se existir eu apenas pediria aos céus para viver nem que seja somente um dia da minha vida dessa forma, correndo num campo florido primaveril entre rios e cachoeiras com o grande amor.


    TIRO: Lolita, por questões de afinidade mesmo. Não gostei tanto quanto as outras, me pareceu bobinha, chatinha e é bem música de garota branca americana riquinha querendo perder o BV com o príncipe encantado. É mais porque o refrão me enjoa. Mesmo assim, é bonita e bem trabalhada.


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    Laura Fernandes

    MEU DEUS


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    Laura Fernandes

    Passou muito do que eu sinto ouvindo o BTD e o que me fez gostar dele, mesmo sendo uma obra tão improvável de eu gostar comparada aos meus gostos usuais, e até eu me surpreendi de, repentinamente, estar ouvindo músicas sobre diamantes e a rainha do baile de formatura (só penso na Carrie)… a música dela não é só para fazer pensar e sentir, é também visual, é ambientação, é sobre trazer elementos que te engulam suave e constantemente e te coloquem num certo estado de espírito e lugar, como um filme faz


    Podia ter parado no primeiro disco e já seria lendária


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    Laura Fernandes

    Born To Die, Dark Paradise e Summertime Sadness: trindade sagrada 


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    Barranquillero

    Born To Die, Dark Paradise e Summertime Sadness: trindade sagrada


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