[Tira e Bota Especial] MADONNA – Confessions On A Dance Floor [2005]

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    FA Wolf

     

    01. Hung Up 
    02. Get Together 
    03. Sorry 
    04. Future Lovers 
    05. I Love New York 
    06. Let It Will Be 
    07. Forbidden Love 
    08. Jump 
    09. How High 
    10. Isaac 
    11. Push 
    12. Like It Or Not 

     

    Bonus Edição Limitada:
    13. Fighting Spirit
    14. SuperPop
    15. History

     

     

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    A garota que saiu dos clubes alternativos de Manhattan com músicas dançantes, como "Holiday", reaparece com o seu disco mais dance/eletrônico até hoje, "Confessions on a dance floor" (Warner). Com muito de house, euro-disco, dance pop e até de beats germânicos (cita de Giorgio Moroder ao novo electro moderno), o disco é um non-stop de sucessos do começo ao fim. E uma maravilha de produção e sonoridade. É como um resumo dos últimos 30 anos da música para dançar, feito por quem sabe.



    E vai agradar de clubbers a amantes do dance farofa, porque Madonna, mais uma vez, contou com o auxílio de DJs/produtores antenados. Como Bloodshy & Avant(suecos, que criaram a sonoridade do megahit "Toxic", de Britney Spears), Mirwais Ahmadzai (que já trabalhou com ela no passado); e Stuart Price (o cabeça por trás do projeto anglo-francês Les Rhythmes Digitales), que foi quem juntou todas as pontas e formatou o disco; além da própria Madonna, que também deu seus pitacos na produção.

    A faixa que abre, "Hung up", também o primeiro single , cola imediatamente no ouvido. Em "Sorry", a palavra "desculpe" é dita em várias línguas (não em português), mas não para pedir desculpas. Com "Future lovers" ela encarna uma Donna Summer, fase "I feel love", de leve. E em "I love New York"declara sua paixão pela única cidade do mundo onde não se sente uma idiota ("Eu não gosto de cidades, mas gosto de Nova York/Los Angeles é para pessoas que dormem/Paris e Londres, pode ficar com elas, baby/…/ Se não gostou da minha atitude, dane-se!/Vá para o Texas…").



    Como se diz na gíria, Madonna "esculachou" geral em "Confessions on a dance floor", um disco que tem lugar ao lado de seus melhores trabalhos do passado, como "Madonna" (1983), "Like a virgin" (84), "Like a prayer" (89) e "Ray of light" (98). Ela também prova que ainda dá caldo nos vocais e que, apesar da idade, da maternidade e das maluquices com a religião, nada disso a impediu de estar sincronizada e atualizada com a linguagem da música moderna de rádio, dos DJs e das pistas de dança mundiais. Até o banghra aparece na faixa "Push", e seu lado "judaico" está em "Isaac", que cita "Im ni'alu", da falecida Ofra Haza. Dez!

    [Madonnaonline]


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    CURIOSIDADES:


    » “Confessions On a Dance floor” foi premiado como “Melhor Álbum Dance/Eletrônico do Ano” no GRAMMY AWARDS 2007!

    » Todas as faixas foram escritos e produzidas em tempo recorde. Stuart Price trabalhou o álbum em seu estúdio caseiro no centro de Londres. Ele disse que o processo foi meio estranho pois eles fizeram muita coisa tosca até chegarem no set ideal para o CD.

    » Ainda sobre o aspecto caseiro do álbum, Stuart revelou que Madonna esteve envolvidíssima no processo de mixagem e produção. Ambos trabalharam juntos dia e noite. Todos os vocais foram gravados em sua casa, usando um microfone comum e sem qualquer aparato tecnológico muito avançado. Para se ter uma idéia, as faixas foram feitas usando-se um processo tão simples que em algumas músicas se pode ouvir a vizinha de Stuart Price chorando ao fundo no mesmo canal onde está gravada a voz de Madonna.

    » O produtor Stuart Price, que é DJ, testou algumas faixas do álbum nas pistas de dança enquanto ainda travalhava na produção do álbum. As canções eram usadas sem o vocal de Madonna, só para sentir se eram realmente boas e animavam a todos. Diz ele que filmava tudo com seu celular e mostrava a reação das pessoas à Madonna.

    » Foram lançadas 2 versões do álbum: digital e a “física” que conhecemos. No digital existiam ainda duas opções: o álbum non-stop (uma faixa emenda na outra e não há pausas) e a versão Unmix em que cada música contém uma pequena introdução e finalização diferente fazendo pausas entre uma canção e outra. (pode ser encontrado no iTunes). Além disso um encarte digital (em PDF) também foi lançado contendo o mesmo material do CD comum.

    » Além das 12 faixas, o álbum possui duas outras canções-bônus: “Fighting Spirit” – lançada apenas na edição limitada (lançamento 13/12) e “Super Pop” - faixa digital (MP3) distribuída apenas aos associados do fan-club oficial ICON.

    » A primeira grande divulgação do single “Hung Up” ao mundo foi no MTV Europe Music Awards (05/11) e Madonna abriu a noite com uma belíssima e sensual performance, acompanhada dos bailarinos e banda.

    » Na música “Hung Up” as frases: “Time goes by so slowly for those who wait” e “Those who run seem to have all the fun” são exatamente as mesmas já escritas na canção “Love Song” de 1989 do álbum Like a Prayer.

    » A capa do single “Sorry” é originalmente uma foto tirada por um fã durante a turnê promocional “Confessions on a Promo Tour”, na casa G-A-Y Club. Madonna e Giovanni Bianco acharam a foto perfeita e decidiram usar algo produzido por um fã pela primeira vez na carreira de Madonna. Claro, o Photoshop fez milagres e retocou totalmente a face de Madonna.

    » A foto da capa do single de “Get Together” foi tirada pelo empresário de Madonna, Guy Oseary. Lá é possível ver todo o time de Madonna: dançarinos, músicos, assessores, maquiadora, cabeleireiro, etc.

    » A canção “I Love New York” foi composta durante a “Re-Invention Tour” nas aulas de guitarra que Madonna fazia com Monte Pittman. Ela se divertia muito nos ensaios com essa canção que era dita como “simples e não muito séria”. A versão original, rock, foi lançada no CD+DVD “I'm Going to Tell You a Secret”.

    » Para alavancar as vendas do single de “Jump”, a última canção a ser trabalhada do álbum, a Warner decidiu tirar do baú mais uma canção excluída: “HISTORY“. Porém, a versão é apenas um remix. A canção real mesmo vazou na web em apenas um trecho de 2 minutos. (sendo muito melhor que o remix inxcluído no single)

    » A primeira capa feita para o single de “Jump” (Madonna de vestido vermelho) foi cancelada pois não havia sido idealizada por Giovanni Bianco (que vinha trabalhando em todas os produtos “Confessions…”). Ele fez questão de fazer a capa, e a anterior foi engavetada.

    » “Jump” foi incluído no trailler e filme “O Diabo veste Prada”, porém não está presente no Cd trilha-sonora. No lugar está outro hit: “Vogue”.

    » Com base no conceito “pista de dança” do álbum, Madonna caiu na estrada com uma nova turnê em 2006: “CONFESSIONS TOUR”. Arredacou mais de 200 milhões de dólares e detém o título de a turnê de maior sucesso de uma artista na história da música! Faça login ou cadastre-se para visualizar este conteúdo. para conhecer a página especial da turnê. 


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    Laura Fernandes

    Tudo bugado


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    Confessions uma das grandes obras primas da industria musical. Disco nunca morrerá! Obrigado Madonna, 2005 não teria sido o mesmo sem você!


    BOTO: Hung Up caralho, vai tomar no cu! Hinão da porra, perfeito e sem defeitos, e vai pro inferno quem não gosta! Se é que existe um ser arrombado que não gosta de Hung Up! Hino do século que marcou minha juventude dourada ao lado de Don't Bother! Para sempre louvarei e idolatrarei!

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    TIRO: How High, única chata do álbum. Eu colocaria muito a Fighting Spirit ou a History no lugar

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    Laura Fernandes

    Não é meu estilo, mas foi mais prazeroso do que ouvir pela primeira vez


    Hinos: Sorry, Hung Up, Isaac

    Outras boas: Forbidden Love, How High



    BOTO: Isaac, maior hino desse disco, pela letra, pelo instrumental, pelo cara falando em árabe, pelo climão que ela tem, pelo mmmmmm, por ser perfeita e maravilhosa


    TIRO: algumas não me conquistaram e I Love New York foi a mais imemorável entre elas


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    Laura Fernandes

    E Isaac ainda teve esse live icônico com a Sofia Boutella


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    Não é meu estilo, mas foi mais prazeroso do que ouvir pela primeira vez

    Hinos: Sorry, Hung Up, Isaac

    Outras boas: Forbidden Love, How High

    BOTO: Isaac, maior hino desse disco, pela letra, pelo instrumental, pelo cara falando em árabe, pelo climão que ela tem, pelo mmmmmm, por ser perfeita e maravilhosa

    TIRO: algumas não me conquistaram e I Love New York foi a mais imemorável entre elas


    gosto de I Love New York, mas a versão rock da Confessions Tour é muito mais foda

    além de visualmente bonita, com a performance dos bailarinos

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