BRITNEY SPEARS: Relembre da critica do Glory feita pelo Regis Tadeu

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    1, 2, 3. Gaga, Kelly and Tony. 3P.

    Britney Spears tenta emplacar maturidade mentirosa no horrível “Glory”

    Quando ela surgiu em 1999 entoando um pop tão cretino que colocava uma grande pá de cal na possibilidade de surgir uma vertente do gênero que oferecesse algum tipo de substância dentro do mercado americano, muita gente apostou que seria apenas mais uma a tornar ensolarado o mundo dos punheteiros de plantão. Muitos anos depois, já em seu nono álbum dentro de uma carreira tão errática quanto mentirosa em termos artísticos, aquela menina com ar de safada travestido de inocência já era, mas sua busca por maturidade esbarrou em um repertório tão ruim quanto àqueles de outrora.
    Sim, Britney Spears reapareceu tentando mostrar um amadurecimento tão artificial quanto um vaso lotado de flores de plástico.

     

    A coisa toda já começa pela capa, na qual surge como uma versão “espantalho cabeludo chique” da Jennifer Lopez. Quando a primeira faixa, “Invitation”, começa a tocar, dá para sacar que Britney clama por sua hipotética maturidade tentando emular aquele lado introspectivo/eletrônico que Beyoncé e tantas outras mostram há tempos em seus trabalhos, de modo bem mais interessante e genuíno, diga-se de passagem. É um mau prenúncio do que vem a seguir? Não tenha dúvidas disso…
    “Make Me…” traz a participação do rapper G-Eazy  – bem, ele se autodenomina desta forma, mas não passa de um branquelo embusteiro -, o que não acrescenta absolutamente nada a esta canção patética, cuja sequência harmônica e melódica já foi ouvida em dezenas de outras músicas dentro da mesma seara pop.
    Em “Private Show” e “Man on the Moon”, Britney canta como uma Gweni Stefani gripada. Sua voz está tão ‘robótica’ por conta dos inúmeros softwares de afinação que têm-se a impressão de que ela está com doze esferas de metal presas na garganta. A canção em si é uma bobagem com leves toques de soul, na qual se apostou na simplicidade com o uso de poucos instrumentos e com uma timbragem meio ‘vintage’ para disfarçar o total vazio da letra e da própria… ahn… ‘interpretação‘ de moça. Se ela achou que podia passar a impressão de maturidade, passou ridículo.
    “Just Luv Me” pode ser descrita como “música de propaganda de perfume barato cantada por uma baranga que trabalha em um tele-sexo fingindo ser uma menina de 16 anos”, um troço simplesmente repulsivo em termos de falsidade pop. Já em “Clumsy” ela tenta imitar o timbre da cantora inglesa Duffy em uma canção com timbragem “eurodance” tão abominável que dá vontade de vomitar uma gosma roxa-esverdeada.  Ela volta a fazer o mesmo em “What You Need “, com resultados menos constrangedores, já que a canção tem um ar retrô com forte influência britânica e serve quase como um bálsamo para o festival de aberrações restante. Pior mesmo é quando se mete a cantar como Kylie Minogue em uma porcaria intitulada “Do You Wanna Come Over”, mais fraca que Nescau diluído na caixa d’água de um prédio.
    Só que nada supera a mistura de r&b de plástico, bossa nova e reggae de “Slumber Party”, uma das canções mais pavorosas surgidas nesta galáxia nos último três milhões de anos. Com um arranjo completamente equivocado, instrumentos timbrados por uma marmota surda e com uma letra aparentemente composta por uma adolescente retardada que acabou de descobrir a masturbação, é daquelas bombas que só mesmo alguém sem noção como Britney poderia gravar. Outras porcarias babilônicas são “Love Me Down”, um r&b com pitadas jamaicanas que faz o No Doubt soar como se fosse o Led Zeppelin, e “Just Like Me”, que até começa com um violão de sonoridade rústica e interessante, mas que deságua em outro pop eletrônico fraquíssimo.
    Glory só tem um momento de salvação: “Hard to Forget Ya”. Ela está escondida no final do álbum – é a penúltima faixa da edição standard – e tem tudo o que uma boa canção pop tem que ter, ou seja, tem refrão marcante, peso, uma linha de vocal bem escolhida, tensa e quase agressiva, alternando com uma suavidade colocada na dose certa. Pena que ela em nada serviu de referência para o restante do disco.
    Tentei encontrar os áudios de cada uma das faixas do disco no YouTube para postar aqui, mas só encontrei links falsos. Só achei um preview das canções. Ouça, pesquise e tire suas conclusões:

    Com uma produção que não poderia ser mais pasteurizada em tempos que pseudocantoras que tentam passar a imagem de “artistas maduros” - que no caso dela é uma piada totalmente sem graça -, Glory é mais um terrível capítulo dentro da farsa artística que Britney Spears sempre foi.

     

     

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    Jonathan Mesquita

    Ok Regis

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    Coitada kkkk

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    estevao.

    kkkkkkkkkkkkkk 

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    Regis Tadeu é uma poc da Pan que finge ser hetero com aquele cabelo pavoroso

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    Britney Spears não é artista

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    Miley Cyrus

    Esse porco fedido já elogiou algum álbum de cantora pop por acaso? 

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    Esse porco fedido já elogiou algum álbum de cantora pop por acaso?

    Spice Girls de 1996, ele disse que é o melhor album verdadeiramente pop

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    Feiosa do caralho merece morrer

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    Foi bondoso com o Gore

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    Rcoqueiro velho fracassado q não deu certo como baterista, frustrado de merda, auge da carreira ser jurado de programa do Raul Gil.

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    glitch diva

    quem?

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    A Pica que matou Cazuza

    nunca escutei o Glory, mas eu acho No Seas Cortes uma musica legalzinha, sempre tô escutando
    eu tenho conhecido algumas musicas de cantoras que eu não gostava e que eu tô gostando
    Its Like That da Mariah eu tô amando e eu nunca gostei mto dela depois que ela se sexualizou

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