ESPECIAL: Madonna | 20 anos de Ray of Light

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    Em maio de 1997, a cantora começou a escrever canções para o álbum com Babyface, com quem havia trabalhado em seu álbum anterior Bedtime Stories (1994). Eles escreveram algumas faixas, antes de Madonna sentir que elas não possuíam a direção musical necessária para o trabalho. De acordo com Babyface, as canções "tinham um estilo parecido com 'Take a Bow', e Madonna não queria, ou precisava, que isso se repetisse".


    Depois de descartar as obras que havia composto com Babyface, Madonna começou a trabalhar com Rick Nowels, que havia co-escrito canções com Steve Nicks e Céline Dion. A colaboração produziu sete canções em nove dias, mas elas também não apresentaram a futura direção musical eletrônica do projeto. Destas faixas, apenas "The Power of Good-Bye", "To Have and Not to Hold" e "Little Star" foram incluídas no álbum. Em seguida, Madonna decidiu compor com Patrick Leonard, que produziu diversas faixas para ela nos anos 80. Ao contrário dos álbuns anteriores da artista, as colaborações de Leonard foram acompanhadas por poucas sessões em estúdio. Ela acreditou que a produção de Leonard "faria canções em um estilo musical de Peter Gabriel", um som que não queria para o trabalho. Guy Oseary, sócio da gravadora de Madonna Maverick Records, telefonou para o músico eletrônico inglês William Orbit, sugerindo que ele enviasse algumas músicas para a intérprete. Orbit enviou uma Digital Audio Tape formada por 13 faixas, as quais foram aprovadas por Madonna. Mais tarde, ela comentou: "Eu era uma grande fã dos trabalhos iniciais de William, Strange Cargo 1 e 2 e tudo isso. Eu também gostei de todos os remixes que ele fez para mim, e estava interessada em fundir um tipo de som futurista, mas também usando muitas influências indianas, marroquinas e coisas do tipo, e eu queria que soasse velho e novo ao mesmo tempo".



    No início de julho de 1997, antes de iniciar as gravações do disco, Orbit encontrou-se com Madonna na casa da artista em Nova Iorque, e ela lhe apresentou algumas canções que havia elaborado com outros produtores meses antes, as quais foram descritas por Orbit como "manchadas". Eles visitaram os estúdios The Hit Factory no final da semana, onde Madonna convidou o produtor para trabalhar em Ray of Light. Ele a enviou uma fita de trechos musicais que estava desenvolvendo, as quais eram frases com oito ou dezoito compassos e versões despojadas de faixas que viriam a aparecer no álbum. A cantora ouviu os trechos diversas vezes, até inspirar-se para compor. A cada vez que teve uma ideia sobre a direção lírica da canção, ela mostrava suas ideias para Orbit, e eles as expandiram em ideias musicais originais. Como muitas das obras já existiam, a vocalista trabalhou nas letras enquanto estava em casa ou viajando.


    Ray of Light foi gravado por quatro meses e meio nos Larrabee North Studios em North Hollywood, Califórnia, começando em meados de julho de 1997, e tendo seu termino em dezembro do mesmo ano. Em grande parte do processo, apenas outras três pessoas estavam no estúdio com a cantora: Orbit, o engenheiro Pat McCarthy e seu assistente Matt Silva. As gravações foram iniciadas em Los Angeles, mas passaram por problemas de configuração no início, já que o produtor preferiu trabalhar com demonstrações, sons de sintetizadores e o hardware Pro Tools, e não com músicos ao vivo. Os computadores poderiam se quebrar, e a gravação teria de ser adiada até que os aparelhos fossem reparados. Orbit gravou a maioria da instrumentação do trabalho em um período de quatro meses. Ele lembrou que tocou guitarras, e seus dedos sangraram durante as longas horas que passou no estúdio.

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    De acordo com a assessora de Madonna Liz Rosenberg, a artista considerou intitular o disco de Mantra, descrevendo-o como um "título muito legal". Contudo, ela mudou o nome para Ray of Light, pois seus álbuns sempre tinham uma música de mesmo nome. A capa do trabalho foi fotografada pelo peruano Mario Testino, e apresenta a intérprete olhando para o horizonte; eles já haviam colaborado anteriormente para uma coleção de moda da Versace. A cantora impressionou-se com o estilo natural que Testino capturou com as fotos da coleção e decidiu convidá-lo novamente pra trabalhar com ela, desta vez para a sessão de fotos do álbum. Ele lembrou: "Às duas da tarde, ela disse 'Tudo bem, estou cansada. Acabamos'. E eu respondi 'mas eu ainda não terminei de fotografar'. Ela disse 'você está trabalhando para mim e eu disse que acabamos. E eu falei 'não, vamos continuar'. A foto que ela usou na capa veio depois dessa [conversa]".


    De um ponto de vista musical, Ray of Light apresenta um notável afastamento dos trabalhos anteriores de Madonna, tendo sido descrito como seu disco "mais aventureiro". Musicalmente derivado do pop e do dance, bem como da música eletrônica, o projeto contém elementos de diferentes gêneros e subgêneros, incluindo techno, trance, drum and bass, trip hop, música ambiente, rock, new wave, música oriental e música clássica. Em termos vocais, marcou uma mudança em relação aos álbuns anteriores da intérprete; por ter feito aulas vocais para o filme Evita, ela exibe seus vocais em maior amplitude e alcance, além de um tom mais cheio. Em muitas canções, a cantora abandonou o vibrato, que esteve presente em seus materiais antecessores. Criticamente, a voz usada por Madonna neste álbum foi descrita como sua melhor e mais completa.


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    Frozen - 23/02/1998

    Austrália: #5 - Certificado de Ouro (35.000)

    Austria: #2 - Certificado de Platina (50.000)

    Bélgica: #2 - Certificado de Platina (50.000)

    França: #2 - Certificado de Ouro (469.000)

    Alemanha: #2 - Certificado de Platina (500.000)

    Holanda: #2 - Certificado de Ouro (50.000)

    Noruega: #2 - Certificado de Platina (10.000)

    Suécia: #2 - Certificado de Ouro (15.000)

    Suíça: #2 - Certificado de Ouro (25.000)

    UK: #1 - Certificado de Ouro (556.000)

    USA: #2 - Certificado de Ouro (600.000)

    total de 2.360.000 em certificados



    Ray of Light - 06/05/1998


    Austrália: #6 - Certificado de Ouro (35.000)

    UK: #2 - Certificado de Prata (275.000)

    USA: #5 - Certificado de Ouro (500.000) + vendas digitais (293.000)

    total de: 1.103.000



    Drowned World/Substitute for Love - 24/08/1998

    Bélgica: #8

    Espanha: #1

    Itália: #5

    UK: #10

    USA: não houve lançamento




    The Power of Good-bye - 22/09/1998


    Austria: #4 - Certificado de Ouro (25.000)

    Alemanha: #4 - Certificado de Ouro (250.000)

    Suécia: #3 - Certificado de Ouro (15.000)

    UK: #6 -  (180.000)

    USA: #11

    total de certificados = 470.000




    Nothing Really Matters - 02/03/1999

    Canadá: #7

    Itália: #7

    UK: #7 - Certificado de Prata (200.000)

    USA: #93


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    Alemanha: #1 - Certificado de 3x Platina (1.500.000)

    Argentina: Certificado de Platina (60.000)

    Austrália: #1 - Certificado de 3x Platina (210.000)

    Áustria: #2 - Certificado de 2x Platina (100.000)

    Bélgica: #1 - Certificado de Platina (50.000)

    Brasil: Certificado de Platina (250.000)

    Canadá: #1 - Certificado de 7x Platina (700.000)

    Espanha: #1 - Certificado de 3x Platina (300.000)

    Finlândia: #1 - Certificado de Platina (50.000)

    França: #2 - Certificado de 3x Platina (925.000)

    Holanda: Certificado de 3x Platina (300.000)

    Hong Kong: Certificado de Platina (20.000)

    Japão: #7 - Certificado de 2x Platina (400.000)

    Noruega: #1 - Certificado de 2x Platina (100.000)

    Nova Zelândia: #1 - Certificado de Ouro (7.500)

    Polônia: Certificado de 2x Platina (200.000)

    Singapura: #1 - Certifiado de Platina (15.000)

    Suécia: #2 - Certificado de 3x Platina (240.000)

    Suíça: Certificado de 3x Platina (150.000)

    UK: #1 - Certificado de 6x Platina (1.800.000)

    USA: #2 - Certificado de 4x Platina (4.350.000)

    IFPI (Europa) - Certificado de 7x Platina (7.000.000)

    TOTAL: 18.727.000


    Ray of Light foi lançado oficialmente em 3 de março de 1998. Dezoito dias depois, a Rolling Stone divulgou que o álbum já havia vendido três milhões de cópias em todo mundo. Nos Estados Unidos, Ray of Light estreou na segunda posição da Billboard 200 em 21 de março de 1998, vendendo 371 mil cópias na primeira semana. Tornou-se a melhor primeira semana de vendas por uma artista feminina computada pela Nielsen SoundScan até então. Entretanto, o álbum não conseguiu atingir o topo da parada, graças ao sucesso comercial da trilha sonora do filme Titanic (que vendeu na mesma semana 477 mil cópias), sendo o quinto álbum de Madonna a não atingir o primeiro lugar nos Estados Unidos. Em 16 de março de 2000, o álbum foi certificado como quatro discos de platina pela Recording Industry Association of America (RIAA) pelas quatro milhões de cópias vendidas nos Estados Unidos. No Canadá, o álbum estreou em primeiro lugar na parada do país e foi certificado como sete discos de platina pela Music Canada pelas 700 mil cópias vendidas no país. No Brasil o álbum foi muito bem recebido e conseguiu certificado de platina. O álbum também estreou em primeiro lugar na Austrália, sendo o sétimo disco de Madonna a entrar no topo de vendas no país. A Australian Recording Industry Association (ARIA) certificou o álbum como três discos de platina pelas 210 mil cópias vendidas.


    No Reino Unido, Ray of Light estreou em primeiro lugar na UK Albums Chart, permanecendo em tal posição por duas semanas. Ele foi certificado seis vezes com disco de platina pela British Phonographic Industry (BPI) pelos 1,8 milhão de discos vendidos. Na França, o álbum estreou em segundo lugar na parada oficial de álbuns do país, permanecendo por sete semanas no gráfico. Ele foi certificado três vezes com disco de platina pela Syndicat National de l'Édition Phonographique por ter vendido 900 mil cópias no país. Na Alemanha, o álbum estreou em primeiro na Media Control Charts, permanecendo em tal posição por sete semanas. Houve três certificações de platina pelas 1,5 milhão de cópias. O álbum também alcançou as dez primeiras posições da European Top 100 Albums. Foi certificado como sete discos de platina pela Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI) pelos 7 milhões de discos comercializados na Europa. Ray of Light alcançou sucesso similar no resto do mundo, tendo atingido o topo das paradas de outros países como Bélgica, Países Baixos, Finlândia, Hungria, Itália, Nova Zelândia, Noruega, Espanha e Suécia. Mundialmente, as vendas do álbum já superaram a marca de 16 milhões de cópias.


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    Logo após seu lançamento, Ray of Light recebeu aclamação universal dos críticos musicais. Sal Cinquemani da revista Slant descreveu o álbum como "uma das maiores obras-primas pop dos anos 1990" e ainda afirmou que "suas letras são simples, mas sua declaração é grande."


    "Madonna não era tão sincera e emocionante desde Like a Prayer (1989)". Roni Sarig, em uma revisão editorial para o varejista online Amazon.com, afirmou que Ray of Light "é o seu álbum mais rico e completo." Ele ficou admirado com o alcance vocal de Madonna, além de sua nitidez e profundidade, que se tornaram mais fortes desde suas aulas de canto promovidas para as gravações do filme Evita (1996). 


    A revista Spin declarou que "Ray of Light é o seu trabalho mais radical e sem máscaras."


    Rob Sheffield da Rolling Stone foi positivo em relação ao álbum, apesar de ter ressaltado seus aspectos negativos. Sheffield chamou o álbum de "brilhante", entretanto foi crítico na produção de Orbit, alegando que "William não tinha muitos truques para preencher o álbum, tendo ele se repetido diversas vezes."


    Stephen Thomas Erlewine do Allmusic nomeou Ray of Light como o "álbum mais aventureiro de Madonna" e o "mais maduro e profundo". Em sua revisão, ele classificou o álbum com quatro estrelas de cinco.


    David Browne do Entertainment Weekly deu ao álbum uma nota A-, observando que "de todos os seus trabalhos com autoburilamento, Madonna parece mais relaxada e menos artificial do que tem sido nos últimos anos, de sua nova forma de mãe italiana' à, especialmente, sua música. Ray of Light é verdadeiramente como uma oração, e você sabe que ela vai levar você lá (em referência à canção "Like a Prayer")."


    Escrevendo para a revista Melody Maker em fevereiro de 1998, Mark Roland fez comparações com o álbum Homogenic Björks de St. Etienne, destacando a falta de cinismo em Ray of Light como seu aspecto mais positivo. "Não é um álbum em torno da manipulação cínica do pop."


    Robert Hilburn do Los Angeles Times escreveu que "uma das razões de que Ray of Light seja o álbum mais satisfatório de sua carreira é devido ao fato de que ele reflete a consiência de uma mulher que pode olhar-se com surpreendente franqueza e perspectivas."


    Joan Anderman do The Boston Globe disse que Ray of Light é um álbum incrivelmente notável. Ele afirmou que "é um álbum de dança profundamente espiritual, estaticamente texturizado, composto por um ciclo de canções sumptuosas que vão ao longo do caminho em direção a uma Madonna libertadora, com uma carreira construída em imagens escamoteadas em cultivadas identidades."

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    Ba ba da ba ba ba
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    Ba ba da ba ba ba
    I go straight to you

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